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Confira a realidade por trás das câmeras. As coisas mais absurdas que um diretor de programa de TV pode dizer no ponto eletrônico. Desrespeito com o entrevistado e principalmente com o público .

Dizem que o diretor é o filho do Milton Nascimento.Central Globo de manipulação!

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Como em quase tudo relativo ao aquarismo, simplesmente não existe uma regra definitiva sobre isso, porque depende de muitos fatores. Mas existem vários guias gerais que podem ser usados, baseados na experiência coletiva de aquaristas. A mais comum, que sempre funcionou para mim, é alimentar 2-3 vezes ao dia, o quanto seus peixes conseguem comer em menos de 3 minutos. Claro que existe uma boa tolerância aqui, mas em geral se depois de 5 minutos ainda tiver comida no aquário você deve diminuir a quantidade que está oferecendo. Isto funciona bem para aquários de principiantes, comunitários e outros tipos que tenham uma razoável mistura de espécies. Aquários de espécie única, de reprodução e de hospital exigem uma abordagem mais cuidadosa, baseada nas necessidades específicas dos seus habitantes.

Existem algumas coisas importantes a considerar sobre os hábitos alimentares dos peixes. Na natureza, a maioria deles em geral têm bastante dificuldade em encontrar comida, e através da evolução eles acabaram sendo "programados" para comer tudo que puderem enfiar na barriga sempre que encontram alguma coisa, já que eles nunca sabem quando virá a próxima refeição. Em um aquário, nós sabemos quando a próxima refeição deles virá. Portanto cabe a nós fazer o controle correto da quantidade. Alimentá-los até que pareçam satisfeitos não é uma boa idéia. Os peixes são adaptados para passar a maior parte do dia com fome e procurando por pequenos pedaços de comida. Um erro muito comum de iniciantes é superalimentar porque os seus peixes parecem estar desesperadamente suplicando por comida toda vez que o dono se aproxima, e ele resolve satisfazer a vontade deles a toda hora. Um peixe faminto é um peixe saudável...se eles não vêm até você quando você se aproxima, aí é que você deve começar a se preocupar.

Como outra defesa evolucionária, os peixes parecem se adaptar à disponibilidade de alimento, ajustando o seu ritmo de crescimento. Quando vivem em um local com comida mais abundante eles respondem crescendo mais, e vice-versa. Por causa disso, acredito que a quantidade efetiva de comida que você decide oferecer é menos importante do que manter o mesmo critério por toda a vida deles. Por isso a situação ideal seria montar o seu aquário, popular com peixes jovens, definir um bom critério de alimentação e manter-se fiel a ele.

Finalmente, tenha em mente que é muito mais fácil enfraquecer ou até matar um peixe alimentando ele em excesso (porque isso estraga a água do aquário) do que fazê-los morrer de fome. Eu conheço uma estória de um cara que tinha dois Oscars sozinhos em um aquário. Quando um deles matou o outro, ele ficou tão furioso que resolveu parar de alimentar o assassino e deixá-lo morrer. Depois de várias semanas sem nada para comer o Oscar ainda estava vivo, e o cara desistiu e resolveu levá-lo para uma loja. Os peixes podem tranquilamente ficar alguns dias sem comer, e muitos aquaristas defendem que submeter os seus peixes a jejum um dia por semana é até saudável para eles, porque lhes dá uma espécie de limpada por dentro.
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wiele.jpg


Já imaginou sua casa totalmente sem fios? Fazendo jus ao que se chamar de mundo wireless. Pois bem, está aí! Energia elétrica pelo ar ou Eletricidade Wireless. Usando campos magnéticos em perfeita ressonância, a energia elétrica pode ser fornecida a partir de uma unidade fixada na parede para qualquer dispositivo elétrico da sua sala.



wirelesselet.jpgA idéia é antiga. Cientistas pesquisam há cerca de 200 anos uma forma de transmitir energia elétrica sem utilizar fios. Mas, até então, ninguém chegou ao alcance de aparelhos eletrônicos de médio porte. Nos últimos anos, pelo menos, três empresas têm submetido protótipos de dispositivos para energia sem fio, embora com grandes limitações. Em 2007, uma equipe formada por Marin Soljacic, Aristeidis Karalis e John Joannopoulos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) delineou um sistema relativamente simples (para os físicos!) que poderia fornecer energia aos equipamentos aproveitando-se das propriedades de ressonância.


Logo, o segredo da eletricidade wireless está na ressonância. Sim, aquela, exemplificada na taça de champanhe que quebra quando cantor lírico atinge uma nota exatamente igual à freqüência da taça. Fazendo assim, com que a taça através da ressonância “absorva” a frequência, logo a “energia” da voz e se quebre. Seguindo a idéia, a equipe de cientistas MIT usou indução magnética com duas bobinas de cobre (ressonadores eletromagnéticos) com ressonância através de elementos de mesma frequência. Logo, identificaram um ponto no qual os dois ressonadores ficam fortemente acoplados mesmo quando estão a uma distância significativa. Assim, conseguiram alimentar uma lâmpada de 60 watts de uma fonte de energia a mais de 2m. A equipe chamou sua invenção de WiTricity, abreviação de “Wireless Eletricity”.




Os passos em direção a um mundo sem fio


Nikola Tesla:



Por volta do século 19, o físico Nikola Tesla visualizou um futuro em que a energia seria distribuída por estações através feixes elétricos diretamente digiridos para casas e empresas. Ele construiu uma torre de 20 andares transmissão em Long Island, com o objetivo de demonstrar essa proeza, mas se nunca tornou operacional.


Fulton Innovation’s eCoupled:



Como o MIT, a eCoupled usa bobinas emparelhadas para transmitir energia, embora com pouca distância. Há um ano, a eCoupled desenvolve dispositivos preparados com dispositivos de eletricidade sem fio dentro deles, tais como: telefones, PDAs, MP3 players, câmeras e carregadores de laptop. A empresa está agora trabalhando com a Motorola e a Herman Miller para desenvolver equipamentos elétricos para escritório.


Powercast:



No final de 2007, a Powercast, uma companhia da Pensilvânia (EUA), deu um passo comercial anunciando a tecnologia no mercado com baixo custo. Foram vendidos no final do ano passado alguns protótipos movidos por ondas de rádio com um transmissor escondido dentro de objetos domésticos. Porém, ainda, apresentando uma série de limitações, tal como, a capacidade de energia fornecida e a curta distância de transmissão que só poderia ser utilizada por pequenos aparelhos.


MIT Witricity:


witricity.jpg


O MIT como já falado demonstrava com a WiTricity, no meio do ano passado, que poderia acender uma lâmpada incandescente com uma razoável distância das bobinas elétricas. “Electricidade [já] está nas nossas paredes”, diz Karalis. “Nós apenas queremos trazê-la de lá para o centro das nossas salas sem fios.” A universidade está em diálogo com empresas interessadas em comercializar a tecnologia.


A solução do MIT é baseada na ressonância associada a ondas eletromagnéticas, com uso de objetos ressonantes acoplados. Notavelmente, eles investigaram uma categoria especial de objetos não-radioativos com longa duração de ressonância que não espalham a energia de ondas rádio ou infravermelho. Quando a energia é aplicada a esses objetos, ele absorve e permanece ligado, o que permite em teoria, assim como uma simples antena de cobre, uma longa vida com ressonância para transferir energia.


***


Uma série de perguntas foram feitas aos pesquisadores do MIT sobre a tecnologia. Seguem abaixo as mais interessantes.


O que o WiTricity nos trará de bom?


A WiTricity poderá eliminar esse ninho de fios debaixo de sua mesa. Você deixará de lado aquelas gambiarras que a qualquer momento irão gerar um curto-circuito. E sua casa iria manter seus equipamentos constantemente ligados.


Pode se transmitir energia de uma única bobina para vários dispositivos?


Teoricamente, sim.


As pilhas irão ficar obsoletas?


Não. Itens como laptops, que nós usamos fechados podem não exigir baterias. Mas, aparelhos como câmeras que usamos em viagem ainda precisam delas.


E se o meu cachorro dormir entre a parede e a bobina do meu computador?


“A linha de visão não é necessária”, diz o doutorando da MIT, Aristeidis Karalis, que fez muitos dos cálculos e previsões para o sistema. Mas, devido à eficiência da transferência diminuir com a distância, cada sala terá sua própria distribuição de bobinas.


Mas isso pode dar câncer?


Organismos biológicos interagem tão fracamente com campos magnéticos, a MIT e a equipe acredita que a segurança não será uma preocupação. Ainda assim, serão necessários mais experimentos.


***


A NASA está desenvolvendo um elevador espacial utilizando uma forma de alternativa de transmissão de energia com uso de raio laser. Mas, essa não seria, nem de longe, uma boa opção para o uso comercial, senão iríamos ver casas incineradas todos os dias.


Referências: Justin M. Kolenc - Franklin Hadley - Wik - WiTricity

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Você já parou para pensar se o que está fazendo como aquarista é certo ou errado do ponto de vista moral? Já foi questionado com respeito a isso? Saberia defender a sua posição? Esse é um assunto bastante complexo que precisa ser resolvido dentro da cabeça de cada um, pois envolve muitos fatores culturais, religiosos e de criação familiar.
Pelo mundo afora vamos encontrar gente de todo tipo, desde os que não estão nem aí se um peixe está sendo maltratado ou não pois 'afinal é só um peixe', até os que santificam qualquer animal como sendo uma criatura 'divina' e portanto não cabe ao homem decidir sobre a vida e a morte deles. Entre estes dois extremos existe uma vasta faixa de possibilidades para você se posicionar moralmente, mas o problema é que muita gente acaba formando sua opinião ou 'moral', pendendo para um lado ou para outro, sem sequer ter um mínimo de informação que fundamente a sua posição ou, pior ainda, baseado em mitos e conceitos simplesmente errados. O dilema moral de um aquarista responsável e preocupado na verdade são dois:

1) Ao comprar os peixes não estamos sustentando um ramo de atividade que promove exploração da natureza?

2) Um peixe mantido em cativeiro, sem liberdade de ir onde quiser, não leva uma vida infeliz?